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A ministra da Saúde, Marta Temido, anunciou, esta segunda-feira, a primeira vítima mortal em Portugal vítima do Covid-19. Na habitual, conferência de imprensa, com a diretora geral da Saúde, Graça Freitas, a governante - que deixou as condolências à família da vítima - revelou que se tratava de um homem de 80 anos internado no Hospital de Santa Maria.
Marta Temido agradeceu ainda aos profissionais de saúde "pelo enorme esforço que continuam a realizar todos os dias e por garantir que o SNS continua a funcionar", reforçando o momento difícil que se vive.
Aos jornalistas, Marta Temido explicou ainda que a DGS "deu novas orientações aos hospitais" e que se está a garantir "que há testes para serem feitos sempre que haja suspeitos". Por seu turno, Graça Freitas explicou que estão 18 pessoas em unidades de cuidados intensivos, "umas em estado mais crítico que outras". "A taxa de mortalidade desta doença é superior a 2% em todo o mundo. Teremos nas próximas semanas mais pessoas a falecerem", alertou.
Já o facto de existir quem ainda esteja a trabalhar, a governante recordou que, "mesmo quando Inglaterra esteve a sofrer ataques aéreos durante a II Guerra Mundial, os ingleses continuaram a trabalhar". "Temos que continuar a trabalhar porque não podemos ficar sem pão, não podemos ficar sem água", recordou.
Ao início da manhã comunicado diário da Direção Geral da Saúde revelou que subiu para 331 o número de casos confirmados em Portugal, mais 86 casos desde este domingo. O crescimento é de, neste momento, 35%.
Há ainda 374 casos suspeitos a aguardar resultados laboratoriais e três pessoas já recuperaram. Neste momento foram identificadas 18 cadeias de transmissão ativas em Portugal.
O coronavírus responsável pela pandemia da Covid-19 infetou cerca de 170 mil pessoas, das quais 6.500 morreram. Das pessoas infetadas em todo o mundo, mais de 75 mil recuperaram da doença.
O surto começou na China, em dezembro, e espalhou-se por mais de 140 países e territórios, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.
Depois da China, que regista a maioria dos casos, a Europa tornou-se o epicentro da pandemia, com mais de 55 mil infetados e pelo menos 2.335 mortos.
A Itália com 1.809 mortos (em 24.747 casos), a Espanha com 297 mortos (8.794 casos) e a França com 127 mortos (5.423 casos) são os países mais afetados na Europa.
Face ao avanço da pandemia, vários países adotaram medidas excecionais, incluindo o regime de quarentena e o encerramento de fronteiras.
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