J., 25 anos, chegou há dois meses da ilha de Santiago, em Cabo Verde, com os dois filhos menores. Aterraram em Lisboa e foram diretos para o Barruncho, em Odivelas - um bairro de barracas que existe desde a década de 60, onde ainda hoje vivem cerca de 90 famílias, com promessas de realojamento. A mãe de J. mora ali há duas décadas. Veio para receber tratamento médico e ficou. J. está à procura de trabalho: “Em Cabo Verde trabalhamos, mas recebemos pouco”, explica, saltando do português para o crioulo. Os filhos entretêm-se à sombra de uma lona a brincar. Como J. não tem dinheiro, conta que é a mãe que paga as despesas. “É a minha mãe que paga a renda.” Renda? “Sim.” Quanto paga? “Mais ou menos 300 euros.”
Nos corredores da Câmara Municipal de Odivelas e nos arredores deste bairro sussurra-se que estará a ser cobrado dinheiro a quem chegou há menos tempo para ocupar uma barraca, à semelhança do que foi denunciado pela autarquia de Loures no bairro do Talude. Fontes políticas, policiais e outras ligadas à assistência social nas câmaras da área metropolitana de Lisboa confirmam à SÁBADO que a situação é generalizada. Ou seja, há especulação de barracas nos bairros de Lisboa, de compra e venda por terreno (o mais comum) até a situações de arrendamento. Leia o artigo na íntegra na Sábado.
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