Um estendal no pátio da cadeia, um funeral que retirou dois guardas do serviço e 187 câmaras de videovigilância sem ninguém a vê-las. Podia ser o início de um filme, mas é, de forma resumida, tudo o que correu mal na cadeia de Vale de Judeus, em Alcoentre, no concelho da Azambuja, a 7 de setembro, e que permitiu a fuga de cinco reclusos, entretanto recapturados. As conclusões são da auditoria interna da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP), agora divulgadas no processo disciplinar que visa sete guardas, um chefe e o diretor da prisão. A acusação foi formalizada terça-feira e propõe a suspensão destes elementos por “indícios fortes de violação de deveres disciplinares”, Os visados têm agora 20 dias para apresentarem defesa.
Leia o artigo na íntegra no Correio da Manhã.
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