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Donald Trump anunciou esta terça-feira que, a pedido do Paquistão, determinou o prolongamento do cessar-fogo que expiraria esta quarta-feira até que o Irão apresente uma proposta para um acordo.
Trump adiantou que ordenou às Forças Armadas que "continuem o bloqueio e, em todos os outros aspetos, permaneçam prontas e aptas". Dessa forma, "prolongará o cessar-fogo até que a proposta seja apresentada e as discussões sejam concluídas, de uma forma ou de outra".
"Vou prolongar o cessar-fogo até que a sua proposta seja apresentada e as negociações estejam concluídas, seja qual for o resultado", frisou o líder norte-americano na rede social Truth Social.
Trump justificou a sua decisão afirmando que o "Governo iraniano está profundamente dividido" e que o Governo paquistanês, atuando como mediador, lhe pediu que suspendesse o "ataque ao Irão até que os seus líderes e representantes apresentem uma proposta unificada".
Apesar de prolongar o cessar-fogo, Trump afirmou que vai manter o bloqueio naval norte-americano contra os navios iranianos, que ordenou após o fracasso da primeira ronda de negociações com o Irão, a 11 e 12 de abril.
Trump tomou esta decisão mesmo depois de a Casa Branca ter adiado a esperada viagem do vice-presidente norte-americano, JD Vance, a Islamabade para uma segunda ronda de negociações, uma vez que Teerão, pelo menos por enquanto, resiste a novas conversações.
As autoridades iranianas alegaram que a administração Trump não está a "levar a sério" o processo negocial.
Trump reuniu-se na Casa Branca com os principais conselheiros de Segurança Nacional do país poucas horas antes de o cessar-fogo de duas semanas, declarado no início de abril, expirar na quarta-feira.
Além de Vance, estiveram presentes na reunião o Secretário de Estado Marco Rubio, o Secretário da Defesa Pete Hegseth e os enviados da Casa Branca Steve Witkoff e Jared Kushner, genro do Presidente.
Trump decidiu prolongar a trégua por tempo indeterminado, apesar de ter declarado hoje, numa entrevista à CNBC, que não pretendia fazê-lo, acrescentando que, caso não fosse alcançado nenhum acordo, retomaria os bombardeamentos contra a República Islâmica.
Já a Guarda Revolucionária iraniana ameaçou hoje à noite, pouco antes do anuncio de Trump, paralisar a produção de petróleo nos países do Golfo caso o Irão fosse atacado a partir dos seus territórios.
"Os nossos vizinhos do sul devem saber que, se os seus territórios e instalações forem utilizados pelos inimigos para atacar a nação iraniana, podem dizer adeus à produção de petróleo no Médio Oriente", alertou Majid Mousavi, comandante da Força Aeroespacial da Guarda Revolucionária, citado pela agência de notícias Fars.
Durante a guerra, que começou em 28 de fevereiro com ataques aéreos israelitas e norte-americanos, o Irão lançou inúmeros ataques contra as monarquias do Golfo, que acusa de apoiarem os Estados Unidos.
Por LusaUma semana depois, a apresentadora e acionista da TVI foi ao Jornal Nacional falar sobre as suas polémicas declarações sobre um caso de violação em grupo de uma menor.
Decisão tomada a pedido do Paquistão
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