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Uma semana depois, a apresentadora e acionista da TVI foi ao Jornal Nacional falar sobre as suas polémicas declarações sobre um caso de violação em grupo de uma menor.
Numa publicação nas redes sociais disse que não voltaria a falar sobre este tema, mas a promessa não foi cumprida. Em entrevista a José Alberto Carvalho, no final do Jornal Nacional da TVI, Cristina Ferreira voltou a apresentar a sua defesa sobre as polémicas declarações em torno de uma violação em grupo de menor de 16 anos: "Porque nós temos de falar disto. Porque é assim: mesmo que ela tenha dito para parar, quando são quatro que estão naquela adrenalina de estar a fazer sexo com uma rapariga, alguém ouve... claro que tem de ouvir, mas alguém entende aquele: 'Não quero mais?'". Foi esta a pergunta feita por Cristina Ferreira a 14 de abril no 'Dois às 10' e que agora a levou ao Jornal Nacional.
O jornalista José Alberto Carvalho começou por afirmar, na abertura do Jornal Nacional, que Cristina Ferreira decidiu quebrar o silêncio na noite desta terça-feira. A voz da apresentadora, e acionista da TVI, foi ouvida nos minutos finais do programa de informação. A apresentadora admite que se tivesse escrito a pergunta, a teria "preparado de uma outra forma". "Não seriam aquelas as palavras que eu usaria", afirmou. Mas tenta esclarecer: "A minha pergunta, o 'mesmo que', tem a ver só com isto: eu quero perceber quando um violador ouve um não, mesmo que isso tenha acontecido, porque é que ele não ouviu. E o 'não ouviu' não é no sentido literal do termo. O 'não ouviu' não é porque ele estava sem audição, é [perceber] porque não cumpre".
Cristina Ferreira explicou a José Alberto Carvalho porque abordaram este tema no programa: "Por acharmos necessário fazermos no programa da manhã que chega a muitas pessoas, e a pessoas às vezes um bocadinho mais desinformadas, tentando até esclarecer de uma forma mais simplista e dando-lhes mais instrumentos para que eles saibam agir, muitas vezes com filhos, netos, maridos, avós, com o que quer que seja". E sublinha que a sua posição, e a de Cláudio Ramos, o seu co-apresentador, "era clara" e "não poderia ser outra".
Sobre as acusações de ser uma mulher machista, Cristina Ferreira devolve com uma pergunta: "Porque é que eu sou machista em querer perceber o comportamento de um violador? Foi só o que eu quis perceber". "Eu fiz uma pergunta para avaliar o comportamento de um agressor", voltou a defender mais à frente na entrevista. Uma entrevista que decidiu fazer quando percebeu que o seu comunicado (que não queria publicar, mas foi aconselhado pelos seus advogados, alega) não estava a colher frutos e teria de se explicar de viva voz. E onde se assumiu como feminista: "Ser feminista é acima de tudo mostrar que cada mulher é capaz, que a igualdade se pode conquistar. Mas isso não se faz com o derrube do homem".
No final, quando questionada sobre se estaria a fazer um pedido de desculpas, Cristina foi clara: "Não, é um lamento."
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