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Irmã e cunhado de Leitão Amaro foram contratados pela Santa Casa

Inês Leitão Amaro Protásio, irmã do ministro da Presidência (à esquerda na imagem), e o seu marido, o médico ortopedista João Protásio

 No final de abril de 2024, quando o Governo tinha acabado de demitir a provedora da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) e o ministro da Presidência, António Leitão Amaro, era uma das vozes mais contundentes na censura da gestão de Ana Jorge, a irmã e o cunhado do mesmo ministro estavam envolvidos num processo de rescisão de mais de 100 mil euros com a própria Santa Casa através de uma empresa de que eram sócios.  O caso tem alguns aspetos inusitados e ainda pouco claros.

A começar pela publicação no portal Base da adjudicação feita à empresa Hipóteses Épicas, que tem como dois dos seus sócios Inês Leitão Amaro Protásio (30%) e João Protásio (40%). Trata-se da irmã e do cunhado do ministro da Presidência. Este cunhado de António Leitão Amaro é médico ortopedista e iria prestar serviços à instituição nessa área, mas o contrato não foi feito em seu nome, mas através da empresa Hipóteses Épicas. Leia o artigo na íntegra na Sábado.

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