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Sarah Ransom, que terá sido uma das vítimas de Jeffrey Epstein – o empresário acusado de explorar sexualmente crianças e jovens –, disse em centenas de páginas de documentos, reveladas na segunda-feira, que em 2016 escreveu vários e-mails destinados a um reporter, onde dizia ter visto filmagens de sexo do príncipe André, do antigo presidente dos EUA Bill Clinton, e do empresário bilionário Richard Branson.
"Quando a minha amiga teve relações sexuais com Clinton, o príncipe André e Richard Branson, vídeos de sexo foram de facto filmados por Jeffery, em ocasiões separadas", alegou Sarah Ransom no e-mail agora divulgado e citado pela Sky News. "Graças a Deus ela conseguiu algumas imagens dos filmes de sexo filmados, que identificam claramente os rostos de Clinton, do príncipe André e de Branson a ter relações sexuais com ela. Infelizmente, Epstein não foi visto em nenhuma das filmagens, mas ele era inteligente."
A amiga ainda terá relatado o acontecimento à polícia, mas segundo Sarah, foi descredibilizada. "Quando a minha amiga teve finalmente coragem de falar, foi à polícia em 2008 para relatar o que havia acontecido com Epstein, Clinton, Branson e o príncipe André, mas nada foi feito e ela foi totalmente humilhada pelo departamento da polícia."
Na altura, a amiga tentou acusar as quatro personalidades. Porém, sabe-se agora, que mais de 150 nomes estão ligados a Jeffrey Epstein. Um deles o de Donald Trump.
"Também sei que ela teve relações sexuais com Trump na mansão de Jeffrey, em Nova Iorque, em ocasiões regulares", escreveu Sarah esta segunda-feira ao tornar públicas várias fotografias dela, Epstein e de outras jovens na ilha privada do alegado pedófilo, em Little St James, nas Ilhas Virgens dos Estados Unidos, em 2006.
Apesar de ser acusado de ter tido relações sexuais com "muitas meninas", o antigo presidente dos Estados Unidos já veio a público considerar as afirmações "infundadas". Além de Donald Trump, também Richard Branson e o príncipe André do Reino Unido negaram qualquer irregularidade - este último acabou por perder o título de Alteza Real após ter sido acusado por Virginia Giuffre de agressão sexual quando tinha 17 anos.
"Podemos confirmar que as alegações de Sarah Ransome são infundadas", disse esta segunda-feira o porta-voz de Richard Branson, fundador do grupo Virgin, ao citar um artigo da revista New Yorker que garante que Sarah mentiu sobre as filmagens. "Ela inventou as filmagens para chamar a atenção para o comportamento de Epstein e para fazê-lo acreditar que tinha provas que surgiriam se ele me magoa-se’", lê-se no artigo publicado em 2019 – ano em que Jeffrey Epstein morreu.
O alegado pedófilo foi encontrado morto em agosto de 2019 na sua cela, na prisão de Manhattan. Na altura aguardava julgamento das acusações de tráfico sexual. A sua morte foi considerada suicídio.
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