Um dos três crimes de corrupção passiva por que José Sócrates está a ser julgado na Operação Marquês vai prescrever no próximo mês, mas não é o único sob alto risco de cair na secretaria. A ameaça estende-se aos outros dois de que o ex-primeiro-ministro está acusado, sobre alegados favorecimentos ao Grupo Lena e ao Grupo Espírito Santo/PT - o primeiro poderá prescrever já em julho do próximo ano e, no segundo, a maior parte da prova prescreve até dezembro de 2028.
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