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O primeiro-ministro, Luís Montenegro, enfrentou duas moções de censura no espaço de 12 dias e está a dias de apresentar uma moção de confiança por causa da empresa de consultoria que criou e de onde continuou a receber avenças de vários clientes. Como noticiou o CM em primeira mão, Montenegro era um dos gerentes da Spinumviva com a mulher e os filhos em janeiro de 2021. Em junho de 2022, um mês após ser eleito presidente do PSD, o agora chefe do Governo renunciou à gerência da Spinumviva e deixou também de ser sócio da empresa. No entanto, como é casado em comunhão de adquiridos com a principal sócia da firma, o primeiro-ministro encontrava-se num situação de potencial conflito de interesses.
Em menos de 15 dias da primeira capa do jornal do Correio da Manhã sobre o caso, a Spinumviva anuncia em comunicado que "está consumada" a transmissão da empresa familiar criada por Luís Montenegro para os dois filhos do primeiro-ministro, Hugo e Diogo, sublinhando que a mesma aconteceu sem distribuição de dividendos.
Consulte aqui tudo sobre este caso e o que foi noticiado pelo 'Correio da Manhã' em exclusivo
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