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Máquina que abriu túneis em Lisboa vai ficar soterrada, o que custará 2 milhões: «É um equipamento muito grande»

Chegada da tuneladora que está a fazer o túnel do Plano Geral de Drenagem de Lisboa a Santa Apolónia
• Foto: Bruno Colaço

 A máquina tuneladora usada no Plano Geral de Drenagem de Lisboa (PGDL) já não vai ser retirada do subsolo, como estava previsto inicialmente. O consórcio responsável pela obra, constituído pela MEEC/SPIE (Mota-Engil e Spie Batignolles Internacional), apresentou uma alternativa, que passa pela contenção da máquina no subsolo, avançou o . A Câmara vai pagar cerca de 2 milhões de euros para a máquina ficar 'enterrada'.    

Quais as vantagens e o que justifica esta escolha? Ricardo Teixeira Oliveira, engenheiro civil, explica à 'Sábado' que, embora existam exceções, estes equipamentos "costumam ser fabricados para ser usados especificamente numa obra", ou seja, "é preciso construir um fosso de grandes dimensões para que a tuneladora possa entrar. Em termos de diâmetro, a máquina é mais ou menos equivalente ao diâmetro do túnel que está a fazer". 

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Por Sábado
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