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Émais um capítulo no processo por difamação que José Manuel Pureza, coordenador do Bloco de Esquerda (BE), moveu contra Pedro Frazão, deputado do Chega. Em sessão de julgamento, na qualidade de assistente, o bloquista afirmou que a publicação da autoria de Frazão — na qual se insinuava que teria cometido crimes de assédio sexual — lhe causou “sofrimento psíquico e físico muito forte”, levando-o a recorrer ao médico de família e a iniciar medicação. Agora, a defesa de Pedro Frazão questiona a veracidade desse testemunho, alegando que o médico de família referido no processo se aposentou em 2020 e que não existe qualquer receita médica associada ao dia da alegada consulta.
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