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Durante quatro meses, Bruno Mascarenhas, vereador eleito pelo Chega na Câmara de Lisboa, massacrou a ex-mulher através de SMS e emails. Os insultos foram de tal ordem, como a 'Sábado' confirmou através da consulta do processo, que o juiz Carlos Miguel Pereira não teve dúvidas em condená-lo, considerando que as suas expressões extravasaram o “limite do razoável”.
Antes de chegar a vereador, Bruno Mascarenhas foi deputado municipal e membro de duas juntas de freguesia: nos Prazeres (entre 2009 e 2013) e na Estrela (2013-2021). Foi durante o mandato nesta junta de freguesia, eleito pelo CDS, que acumulou com o cargo de assessor na câmara municipal, que surgiu o processo por injúrias. De acordo com a queixa, após o divórcio com a ex-mulher, Bruno Mascarenhas ficou obrigado ao pagamento de uma pensão de alimentos ao filho mais novo. Algo que, em 2011, de acordo com os documentos judiciais consultados pela 'Sábado', deixou de pagar, motivando uma ação de penhora. Terá sido este facto que desencadeou a fúria de Bruno Mascarenhas. Leia o artigo na íntegra na Sábado.
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