Donald Trump foi levado para dentro de um bunker subterrâneo pelos agentes dos Serviços Secretos na noite de sexta-feira, dia 31 de maio. A medida de segurança foi aplicada enquanto centenas de manifestantes protestavam pela morte de George Floyd às mãos da polícia junto à residência oficial do presidente dos EUA.
De acordo com a Associated Press, alguns atiraram pedras e tentaram deitar abaixo as barricadas montadas pela polícia.
Trump esteve quase uma hora no bunker, criado para uso em emergências como atentados terroristas.
Os protestos foram originados pela morte de George Floyd há uma semana, às mãos do agente da polícia Derek Chauvin. Em Washington, como noutras cidades, tornaram-se violentos.
A Casa Branca foi colocada sob um dos maiores estados de alerta desde os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001.
Segundo o que uma fonte relatou à Associated Press, a família de Trump tem ficado preocupada com a dimensão das multidões. Não se sabe se a primeira dama Melania Trump e o filho de ambos, Barron, se juntou a Trump no bunker.
George Floyd, um afro-americano de 46 anos, morreu na noite de segunda-feira em Minneapolis, após uma intervenção policial violenta, cujas imagens foram divulgadas através da internet.
Floyd foi detido por suspeita de ter tentado pagar com uma nota falsa de 20 dólares num supermercado. Num vídeo filmado por transeuntes e divulgado nas redes sociais, é possível ver um dos agentes pressionar o pescoço de Floyd com o joelho durante vários minutos.
Desde então, várias cidades norte-americanas, incluindo Washington e Nova Iorque, têm sido palco de manifestações, com os protestos a resultarem frequentemente em confrontos com a polícia.
Pelo menos 4.100 pessoas foram detidas nos protestos nos Estados Unidos que se seguiram à morte de George Floyd na segunda-feira, de acordo com uma contagem realizada pela AP.
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