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Uma traição na alta cultura: Diogo Ramada Curto, o comissário e as ministras

Margarida Balseiro Lopes nunca recebeu o diretor-geral da BNP

Conta quem estava presente que foi uma cena invulgar, até porque se tratava de um velório. Diogo Ramada Curto, historiador e diretor-geral da Biblioteca Nacional de Portugal (BNP), tinha morrido no dia 11 de abril, e o corpo foi a velar no dia 15, na igreja da Encarnação, Lisboa. A dado momento, viu-se uma mulher a levar um homem pelo braço, e alguém ouviu o que lhe disse: “Não o posso expulsar porque estamos na casa de Deus, mas não o quero aqui.”

A mulher era a viúva de Diogo Ramada Curto. O homem era José Augusto Bernardes, há muito professor universitário em Coimbra, e também o atual comissário-geral das Comemorações do V Centenário do Nascimento de Luís de Camões. A sua presença no velório foi a gota de água de uma história que incluiu membros do Governo e académicos distintos.

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Por Sábado
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