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História de uma guerra que envolveu o diretor-geral da BNP, falecido recentemente, o comissário-geral para as comemorações dos 500 anos de Camões e vários governantes
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Conta quem estava presente que foi uma cena invulgar, até porque se tratava de um velório. Diogo Ramada Curto, historiador e diretor-geral da Biblioteca Nacional de Portugal (BNP), tinha morrido no dia 11 de abril, e o corpo foi a velar no dia 15, na igreja da Encarnação, Lisboa. A dado momento, viu-se uma mulher a levar um homem pelo braço, e alguém ouviu o que lhe disse: “Não o posso expulsar porque estamos na casa de Deus, mas não o quero aqui.”
A mulher era a viúva de Diogo Ramada Curto. O homem era José Augusto Bernardes, há muito professor universitário em Coimbra, e também o atual comissário-geral das Comemorações do V Centenário do Nascimento de Luís de Camões. A sua presença no velório foi a gota de água de uma história que incluiu membros do Governo e académicos distintos.
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