À semelhança do presidente do Conselho de Arbitragem (CA) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Fontelas Gomes, também a APAF vai apresentar queixa contra António Salvador por causa das declarações proferidas no final do Sp. Braga-FC Porto (1-1).
A APAF quer que o presidente do clube arsenalista apresente os indícios ou provas de crimes.
António Salvador foi à sala de imprensa transmitir um sentimento de revolta pela arbitragem. "A deputada disse há dias que há criminosos infiltrados na justiça, e eu digo que há muitos em mais lugares, como no futebol, na arbitragem, no desporto... O que vimos aqui hoje [ontem] é lamentável para o futebol português", afirmou o presidente do Sp. Braga, já depois de ter frisado que "nos momentos decisivos, tanto na Allianz Cup como na Taça de Portugal, o Sp. Braga foi sempre prejudicado".
O máximo responsável dos arsenalistas esmiuçou as suas críticas ao trabalho de Manuel Mota e seus colegas. "A nossa equipa não merecia que agentes envolvidos no jogo se tivessem demitido das suas funções neste jogo. O Conselho de Arbitragem nomear um árbitro desta categoria e o VAR para este jogo... Militão a rodar o corpo e corta a bola com o braço, é claramente penálti. Fora de jogo em que o VAR anula golo limpo, que tinha sido validado pelo árbitro e seu auxiliar. O que se vê é que o jogador está em linha. Era um golo limpo e, ainda antes do intervalo, há mão do Manafá e mais um penálti por assinalar. Ainda uma expulsão ao Maxi por agressão a Murilo. São decisões erradas a mais num jogo", referiu, felicitando ainda a equipa minhota. Salvador viu o duelo na companhia de Pinto da Costa, Pedro Proença e Fernando Gomes.
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