No seu recurso da decisão que o condenou por tentativa de corrupção, Pinto da Costa defendeu a ilegalidade da utilização de escutas telefónicas e considerou não existir "nexo causal" entre os favores sexuais concedidos a Jacinto Paixão e a sua equipa e a sua pessoa.
Agora, o Conselho de Justiça da FPF considerou "controversa" a questão da inclusão de escutas em processos do âmbito desportivo, aludindo a pareceres "contraditórios" de eminentes juristas sobre a matéria. Por isso, o CJ acompanha uma recente decisão do Tribunal Administrativo de Lisboa para "ignorar os elementos de prova obtidos através de escutas telefónicas", sendo estas, consequentemente, consideradas nulas.
Por isso mesmo, justifica-se agora "uma reavaliação da prova global produzida", cabendo ao Conselho de Disciplina da FPF saber se há necessidade de recolher nova prova testemunhal.
Recorde-se que está disponível no Youtube uma hipotética confissão do antigo árbitro Jacinto Paixão (http://www.youtube.com/watch?v=MRJCl6LwCbA), na qual este refere que foi contactado pelo FC Porto tentar influenciar os resultados dos jogos deste clube com o Moreirense e a Académica. Paixão refere que era "habitual" o FC Porto oferecer o serviço de prostitutas.
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