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Bruno Paixão esteve este domingo na CNN Portugal para falar do surgimento do seu nome no processo 'Saco Azul', onde acabou por admitir que não fez uma boa gestão do dinheiro que ganhou ao longo da carreira que teve na arbitragem.
"Fiz um ponto final na arbitragem em maio do ano passado e abracei projeto que estava a adorar no Casa Pia, fui convidado para ser consultor de arbitragem. Ao mesmo tempo sou motorista da Uber. Acordo entre as 3 e as 4 da manhã, conduzo entre as 6 e 11, chegava a Pina Manique, fazia as minhas tarefas no clube, voltava a pegar no carro no carro às 4 ou 5 da tarde até às 11 da noite", explicou o antigo árbitro.
O património de Bruno Paixão não é propriamente vasto. "Tenho um apartamento, onde não estou a viver, é onde vivem a minha ex-mulher e as minhas filhas, e tenho uma segunda empresa onde exerço a atividade de motorista TVDE."
Quando lhe perguntaram se depois de tantos anos na arbitragem não devia ter mais património, o antigo juiz admitiu: "Não tive preparação para lidar com o dinheiro que ganhei. Apercebi-me disso tarde, era chapa ganha, chapa gasta, o dinheiro era canalizado para créditos."
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