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A arbitragem também esteve em debate no 1.º Congresso do Futebol Português que se realizou esta sexta-feira na Cidade do Futebol, com a captação e retenção de novos juízes como um dos grandes desafios. Mas Duarte Gomes, Diretor Técnico Nacional de Arbitragem, também reforçou a aposta na criação de uma entidade externa para gerir a arbitragem profissional.
“A primeira vantagem é a profissionalização pura dos próprios árbitros. Os árbitros não são profissionais. Têm disponibilidade prioritária, mas podem estar noutras áreas ou até trabalhar por conta de outrem. O foco não está exclusivamente no seu trabalho”, apontou, antes de concretizar: “Falta-nos a capacidade de encontrarmos um estatuto laboral juridicamente válido que dê ao árbitro a possibilidade de ter um contrato de trabalho com essa entidade externa e com isso garantir o desafogo financeiro e estabilidade emocional e familiar. Ainda não existe e pode afetar os desempenhos.”
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