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Despistes automóveis vitimam futebolistas e outros
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A morte de Diogo Jota e André Silva, num acidente de viação em Espanha, na madrugada desta quinta-feira, parece ter levado os adeptos do futebol a recordar o falecimento de outros futebolistas na estrada. E tanto assim é que, segundo os dados do motor de busca Google, as pesquisas por José Antonio Reyes, espanhol que representou o Benfica e também faleceu na sequência de um acidente rodoviário, tiveram uma subida pouco habitual na manhã desta quinta-feira.
No caso do malogrado extremo das águias, a tragédia aconteceu a 1 de junho de 2019, quando Reyes contava 35 anos. Então ao serviço do Extremadura, Reyes regressava à sua terra natal, Utreta, quando um dos pneus do seu Mercedes, segundo foi noticiado à altura a viajar a 187 kms por hora, rebentou e provocou o despiste que vitimaria tanto o jogador um familiar, um primo, Jonathan Reyes.
Anos antes, o futebol nacional e concretamente o FC Porto viveram tragédias semelhantes através de Rui Filipe e Zé Beto. O médio faleceu a 28 de agosto de 1994, na zona de Gândara, a caminho de São João da Madeira, na sequência de uma ultrapassagem mal medida. Já em 1990, Zé Beto, também à altura guarda-redes dos dragões, haveria de perder a vida, aos 29 anos, devido a um acidente na A1, na zona de Santa Maria da Feira.
Também em Espanha, Juanito, antiga estrela do Real Madrid, faleceu aos 37 anos depois de um despiste automóvel na zona de Toledo. Depois de assistir a um encontro no Santiago Bernabéu, regressava a Mérida com um preparador físico quando troncos caídos de um camião precipitaram a tragédia, com um dos objetos a entrar pela viatura.
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Mais recentemente, no caso a 11 de fevereiro do ano passado, Kelvin Kiptum também faleceu no seguimento de um despiste. Com 24 anos, o maratonista queniano perdeu o controlo da viatura numa viagem entre Eldoret e Kaptagat e acabou por chocar com uma árvore. No mesmo acidente faleceu também o seu treinador Gervais Hakizimana.
Já a 7 de junho de 1993, a infelicidade bateu à porta dos basquetebolista Drazen Petrovic, croata então com 28 anos. Numa viagem até Munique, a viatura onde seguia o atleta, conduzida pela sua esposa, despistou-se devido à alta velocidade e ao piso molhado pela chuva, acabando por falecer.
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