Rui Pinto reage a buscas na PJ e destaca "ligações perigosas" entre a Polícia Judiciária e a Doyen

Rui Pinto, Football Leaks, julgamento
• Foto: Direitos Reservados

O hacker Rui Pinto já reagiu às buscas que foram levadas a cabo às instalações da Polícia Judiciária. Rui Pinto sublinhou que, à data em que estava em Budapeste, na Hungria, já tinha denunciado "a existência de ligações perigosas entre elementos da nossa Polícia Judiciária e a Doyen, durante o reinado do então diretor da PJ, Almeida Rodrigues".

"Ainda em Budapeste denunciei a existência de ligações perigosas entre elementos da nossa Policia Judiciaria e a Doyen, durante o reinado do então director da PJ, Almeida Rodrigues. Mais tarde, apresentei provas, mas a justiça portuguesa, por vezes muito criativa, escolheu branquear toda a situação. Agora, o caso ganhou uma nova vida e aqui continuo, a aguardar que, finalmente, se faça Justiça.", concretizou. 

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O Ministério Público (MP) realiza buscas, esta quarta-feira, na Unidade de Prevenção e Apoio Tecnológico (UPAT) da Polícia Judiciária (PJ), situada no Barro, em Loures, apurou o Correio da Manhã. Isto, no âmbito da denúncia contra o diretor Carlos Cabreiro feita pelo coordenador David Freitas, que foi posteriormente transferido e alvo de um processo disciplinar.  

Em comunicado, o Ministério Público confirmou que as buscas estão a ser realizadas por suspeitas de crimes de "abuso de poder e falsidade de testemunho" no processo Football Leaks. Por sua vez, a PJ afirmou que está a colaborar com as autoridades judiciárias.

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Por Correio da Manhã
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