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O capitão da seleção portuguesa de futebol de praia, Belchior, espera repetir a vitória desta sexta-feira sobre o Japão no sábado, diante da Itália, na segunda jornada do Mundialito, que decorre até domingo, em Gaia.
Belchior marcou hoje três dos seis golos da vitória (6-1) da equipa das "quinas" sobre os nipónicos, na Praia do Canido, em Gaia, naquele que foi o primeiro jogo de Portugal nesta competição. No entanto, o avançado não admite que ser o melhor marcador da prova seja um dos seus objetivos, apontando sim a vitória neste Mundialito.
"[Ser o melhor marcador] Não é prioritário. É sempre um objetivo para mim, a nível individual, porque sou um jogador de ataque e os meus golos são importantes para a equipa, mas o real e principal objetivo é conseguir vencer o Mundialito", disse à agência Lusa o capitão luso.
Belchior marcou hoje os dois primeiros golos e o quinto tento frente o Japão, que acredita terem sido "inspiradores" para a restante equipa, tendo-a "empurrado para a vitória". "Todos são importantes, mas acredito que os primeiros, e neste caso meus, são sempre os mais importantes para ganharmos mais confiança. E a verdade é que conseguimos vencer e com uma grande exibição", referiu Belchior.
O avançado garante que a sua equipa está "focada" em jogar "jogo a jogo com o pensamento de que não se podem perder pontos" e acredita que a Itália - seleção que Portugal defronta no sábado, pelas 14H20 - "está a estruturar uma equipa nova e com muito futuro", pelo que a derrota dos italianos (5-1 frente à Espanha) de hoje "não deve ser valorizada".
O selecionador português, Mário Narciso, era um treinador "satisfeito", mas sobretudo "cauteloso", no final desta ronda inaugural do Mundialito. "O 6-1 acabou por ser a verdade do jogo, mas foi porque o Japão teve de se abrir e vir para cima de nós. Quem vê o jogo pelos números pode pensar que foi fácil, mas não foi", considerou Mário Narciso. Questionado sobre se teme mais a Itália ou a Espanha, próximos adversários do conjunto luso, o selecionador considerou estas seleções "totalmente diferentes", porque os italianos "defendem muito bem a baliza e só atacam pela certa", enquanto os espanhóis "jogam com um ataque mais continuado".