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O Farense perdeu os três últimos oficiais (Académico de Viseu e União de Leiria, para a 2ª Liga, e pelo meio, Benfica, para a Taça de Portugal), sem marcar qualquer golo, e os responsáveis da SAD dos algarvios equacionam medidas a tomar, que podem passar pela saída do treinador Jorge Silas.
A estrutura de comando do Farense está reunida, depois da derrota caseira diante da União de Leiria, por 0-1, avaliando o momento. O jogo deste domingo era encarado como muito importante, em função dos objetivos dos algarvios, que passam pela luta pela subida, ficando agora os lugares que dão acesso à 1ª Liga mais distantes: dez pontos separam o Farense do Marítimo e sete de Académico de Viseu e Chaves.
A campanha aquém das expetativas da formação de Faro justifica-se, em boa parte, com o fraco pecúlio registado em casa, no campeonato. No São Luís, uma fortaleza noutros tempos quase inexpugnável, o Farense apenas ganhou dois jogos esta época, somando ainda um empate e quatro derrotas, a última das quais este domingo, e tendo marcado apenas seis golos em sete jogos no seu reduto (curiosamente quatro dos quais num só jogo, frente ao Benfica B).
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