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Fonseca já foi insular

Fonseca já foi insular

A temporada de 1997/98 deve ter ficado na memória de Paulo Fonseca enquanto jogador. O atual treinador do FC Porto foi emprestado pelos dragões ao Marítimo – tal como Bino, Romeu e Ricardo Silva – e contribuiu para o apuramento dos madeirenses para a Taça UEFA. Numa equipa então dirigida por Augusto Inácio e a viver grave situação financeira, ficou na história a vitória épica – sem Fonseca – na última jornada, precisamente contra o já campeão FC Porto (3-2).

Carlos Pereira tinha acabado de ser eleito presidente do Marítimo e encontrou uma nau... a afundar-se. O FC Porto ajudou, cedendo quatro jogadores, entre eles Fonseca, um defesa que teve papel importante no esquema de três centrais montado por Inácio. Nessa época fez 31 jogos pelos verde-rubros, apontando ainda dois golos (Académica e Varzim). Como era hábito no FC Porto, nenhum dos jogadores emprestados alinhou nas duas partidas contra si: nem nas Antas (2-1 para os dragões), nem nos Barreiros (o tal 3-2 a favor dos insulares).

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Não obstante os vários meses de ordenados em atraso, o Marítimo realizou uma boa época e fez a festa na última jornada, beneficiando também da derrota do Boavista diante do Campomaiorense.

Negócios

Antes de rebentar a polémica em torno de Kléber, os dois clubes tiveram boas relações e foram constantes os negócios entre ambos. Além de Fonseca, chegaram – a título definitivo ou temporário – Jorge Costa, Rui Óscar, Neves, Diogo Valente, Tonel, Evaldo e Pena, além de um certo Da Silva, que acabaria por nunca jogar.

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Em sentido contrário, Pepe, Léo Lima e Alan renderam bom dinheiro ao Marítimo e o primeiro acabaria por valer mais algum – em direitos de formação e face a uma percentagem que o clube ainda detinha dos seus direitos desportivos – quando foi posteriormente vendido ao Real Madrid. Bruno e Djalma também seguiram para a Invicta, mas a custo zero.

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