O Marítimo recorreu ao Tribunal Arbitral do Desporto no sentido de impugnar a decisão de suspender definitivamente a 2ª Liga, tomada a 5 de maio, e que teve como consequência direta a subida de divisão de Nacional e Farense.
O emblema verde-rubro fez a sua contestação dar entrada a 15 de maio, tendo como demandada a Liga, ficando como contra-interessados precisamente os dois principais beneficiários da decisão. Em paralelo, e além da referida "suspensão definitiva", o clube dos Barreiros denuncia ainda o "Fundo de Apoio à Tesouraria em resposta à Covid-19", bem como a decisão de 7 de maio sobre o "Regulamento do Fundo de Apoio à Tesouraria em resposta à Covida-19".
O presidente Carlos Pereira quebra assim o entendimento alcançado entre os clubes do futebol profissional no sentido de satisfazer as exigências das entidades oficiais para o regresso do futebol, colocando desta forma em xeque a possibilidade de o Nacional regressar à 1ª Liga, o que teria implicações direta na distribuição dos apoios concedidos pelo Governo Regional, com prejuízo financeiro dos verde-rubros.
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