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Miguel Moita: «Fazer do Seixal o nosso Caldeirão»

Treinador confiante para jogo de domingo
• Foto: Hélder Santos

Três anos depois, os adeptos do Marítimo estão na expetativa de festejar o regresso à 1.ª Liga, que escapou na última jornada. E prometem invadir amanhã o Benfica Campus – mais de 1.200 adeptos na forja – com o conforto de saber que o destino está nas suas mãos. "Os nossos adeptos têm sido incansáveis no apoio. Continuam sempre ao nosso lado, mesmo nos momentos mais difíceis. Depois do jogo com o Torreense, estavam à nossa espera, o que foi algo fantástico. Nunca deixam de nos apoiar, e aquilo que queremos agora é fazer do Benfica Campus, no Seixal, o nosso Caldeirão, recriando o ambiente forte que temos conseguido no nosso estádio", assinalou o treinador Miguel Moita, assegurando: "Preparámo-nos para entrar em campo de uma forma mais personalizada, mas com a confiança e a responsabilidade de sempre. Temos perfeita noção do que conquistámos até agora e de que fomos a equipa mais consistente."

Depender de si é um ponto crucial. "Acredito que é muito mais confortável estar nesta posição do que nos últimos lugares. Dependemos só de nós. E é muito importante termos isso na cabeça, para entrarmos em campo e fazermos aquilo que temos a fazer", disse o técnico, atento ao controlo da ansiedade e à espera de um Benfica B "com muita qualidade individual". Fundamental é "cada um fazer o seu trabalho e, acima tudo, ter uma alma enorme."

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Madsen vai a jogo

O central dinamarquês Noah Madsen recuperou dos problemas físicos (num joelho) que o limitaram e voltou a treinar com normalidade, pelo que vai manter a titularidade no eixo da defesa, ao lado do capitão Romain Correia. Alexandre Guedes também já está operacional e pode reaparecer em breve. A equipa ainda treina sábado, bem cedo, antes de voar para Lisboa, devendo levar na comitiva – tal como na última jornada – todo o plantel.

Por Gonçalo Vasconcelos
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