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Raphael Guzzo: «Fomos sempre capazes de ultrapassar os momentos menos bons»

Marítimo foi recebido por Miguel Albuquerque na Quinta Vigia
• Foto: Hélder Santos

O futebolista luso-brasileiro Raphael Guzzo afirmou esta quarta-feira que o espírito de grupo foi determinante para o título de campeão da 2.ª Liga do Marítimo, que regressa ao primeiro escalão três anos depois.

"Um grupo formado desde a pré-época. Fomos sempre capazes de ultrapassar os momentos menos bons, o que não é fácil", referiu Guzzo, à margem de uma receção na Câmara Municipal do Funchal, que serviu para homenagear a equipa madeirense pelo regresso à elite do futebol nacional.

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Já com experiência na 1.ª Liga, ao serviço de Tondela, Chaves e Vizela, Guzzo destacou a regularidade do Marítimo, líder isolado da 2.ª Liga desde a 15.ª, jornada, o que prova o mérito da equipa, dado o equilíbrio que existe no segundo escalão.

"A 2.ª Liga é tão competitiva, que podemos ter bons talentos e bons jogadores, mas, se não tivermos capacidade humana dentro do balneário, é tudo mais difícil", explicou o médio, que soma dois golos e três assistências na temporada.

Com a subida e o título de campeão da 2.ª Liga assegurados, o conjunto madeirense encerra a prova na sexta-feira, com a receção ao Chaves, em jogo da 34.ª e última jornada, com início marcado para as 19h00, no Estádio do Marítimo, no Funchal.

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"Queremos acabar da melhor maneira, até porque esta época foi tão boa. Temos feito uma boa semana. Obviamente que já festejamos bastante, mas estamos preparados", referiu o futebolista, natural de São Paulo, no Brasil.

Por sua vez, o espanhol Martin Tejón, outros dos 'obreiros' da subida, contabilizando cinco golos e cinco assistências no campeonato, notou que foi um ano de "muito trabalho", sublinhando que "não foi fácil" para a equipa juntar o título de campeão à subida de divisão.

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"Visto de fora, parece que é fácil, mas só trabalhando diariamente e com a força dos nossos adeptos é que conseguimos [consumar o objetivo], notou o médio ofensivo, também a cumprir a época de estreia nos verde-rubros.

Com contrato por mais um ano, até junho de 2027, Tejón, de 22 anos, sente-se bem na Madeira e "apenas focado" em representar o Marítimo, clube que o recebeu muito bem.

"Senti, desde o primeiro dia, que este grupo era uma família, dentro e fora do campo", vincou.

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A formação verde-rubra, que tinha descido ao segundo escalão ao ficar em 16.º na 2.ª Liga 2022/23, assegurou o regresso à elite do futebol nacional, juntando a subida ao título de campeão, que ficou consumado após a vitória na receção ao Leixões (3-2), na 32.ª e antepenúltima jornada da 2.ª Liga.

À entrada para a última ronda, o emblema insular, líder isolado, soma 66 pontos, mais oito que o Académico de Viseu (segundo, em lugar de subida direta) e mais 10 que o Torreense (terceiro, em posição de playoff), duas equipas que ainda lutam pela subida à 1.ª Liga.

Por Lusa
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