Emerson Pata assinou esta terça-feira pelo Paços de Ferreira. O avançado equatoriano, de 20 anos, chega cedido pelo Independiente del Valle por uma temporada e vai reencontrar Maelo Rentería, médio que fez praticamente o mesmo caminho.
"Ter aqui uma cara conhecida é muito importante. No Equador jogamos na mesma equipa, então conhecemo-nos muito bem e damo-nos muito bem. Acredito que pode ser uma peça fundamental para que me adapte mais depressa e, consequentemente, possa ter minutos, que é algo que quero e é para isso que eu vim", começou por dizer o reforço sobre o colega de equipa, ainda que esteja a adaptar-se ao fuso horário. Registe-se que, do Equador a Portugal, existe uma diferença de até seis horas.
"Sinto-me muito feliz. A verdade é que as coisas correram muito bem no Equador e por isso surgiu esta oportunidade. Estou muito satisfeito com o grupo, o staff é muito organizado, e sinto-me contente por poder dar o meu contributo à equipa", adiantou Emerson Pata, que já treinou esta tarde com o novo grupo orientado por Ricardo Silva e onde pretende "acrescentar" o máximo de qualidade.
Por fim, ainda aos meios do emblema pacense, Pata deixou uma mensagem aos adeptos: "Apoiem-nos, pois vamos sempre dar o melhor e tentar mostrar a nossa melhor versão."
Formação do Oeste atrasa-se na luta pela promoção
Médio foi ver o amigo Francisco Ramos
Treinador do P. Ferreira anteviu o encontro com o Torreense e descartou haver pensamento negativo no seio do plantel
Qualidade individual dos forasteiros decisiva no triunfo. Pacenses adiam recuperação na tabela
Treinador português deixa Teerão com o clube no 3.º lugar a um ponto do líder
Derrota do AZ Alkmaar, único representante da Holanda, no playoff da Liga Conferência, facilita vida ao nosso país
Guarda-redes costa-riquenho lembra, em entrevista ao 'AS', quando "o dinheiro não chegava" no início da carreira
Campeão europeu por Portugal chega a custo zero e assina contrato até junho de 2027
Argentina recuperou da lesão e está apto para defrontar o LA FC de Son e Eustáquio
Líder da FIFA esteve no 'Conselho da Paz' e poderá ter violado o dever de neutralidade