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A Assembleia Geral do P. Ferreira ficou marcada pelo reconhecimento das graves dificuldades financeiras do clube e pela declaração do presidente, Rui Abreu, de que estava disponível para abandonar o cargo.
O dirigente assumiu não ter conseguido concretizar a principal promessa eleitoral, a entrada de um investidor que permitisse a estabilização das contas, e colocou o lugar à disposição dos sócios, admitindo mesmo que a sua demissão pudesse ser votada na própria sessão. No entanto, não surgiu qualquer alternativa para a liderança e, na prática, a direção mantém-se em funções, permanecendo tudo inalterado.
Na sessão, foram também apresentadas as contas relativas à época 2024/2025 e, segundo a informação transmitida, o passivo voltou a aumentar, confirmando a situação financeira delicada que o clube atravessa.
Sobre a eventual constituição de uma SAD, a direção revelou que existiram contactos com potenciais investidores, mas nenhuma das propostas recebidas foi considerada aceitável.
No capítulo desportivo e de mercado, foram esclarecidas duas operações. A transferência de Pavlic permitiu um encaixe de 350 mil euros. Já Costinha deixou o clube a custo zero para o Petro de Luanda, ficando o P. Ferreira com direito a 20 por cento de uma futura venda do jogador.
Por José SantosRui Abreu colocou lugar à diposição na Assembleia Geral
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