João Vilas Boas foi o protagonista de um jogo marcado por muitos casos, com o árbitro a decidir várias vezes mal, quase sempre em desfavor dos locais.
Deixou por marcar uma grande penalidade, usou dualidade de critérios (expulsou Baião e exibiu amarelo a Mendonça, que fez igual), não viu uma agressão a Pessoa e retardou a reentrada deste em campo por mais de 2’... até o Varzim conseguir o 1-2. Um escândalo!
O Varzim marcou na primeira oportunidade mas o Portimonense dominou até ao intervalo, perdendo várias ocasiões. No segundo tempo, os forasteiros foram mais consistentes depois do empate, com o 1-2, que surgiu quando os locais apenas dispunham de 9 unidades em campo, a decidir o jogo, embora as duas últimas oportunidades tivessem pertencido aos de Portimão.