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Em entrevista à Sporting TV, João Gião, técnico que comandou a equipa B do Sporting à subida de divisão em 2024/25 e segue na 3ª posição da 2ª Liga esta temporada, abordou a chave do sucesso do projeto dos 'bês' leoninos, avaliando desde logo o facto de alguns jogadores do conjunto secundário já terem chegado ao patamar da equipa principal liderada por Rui Borges.
"Esse é o nosso objectivo. Encantado da vida por já termos cinco jogadores da equipa B que se estrearam na A, num plantel tão forte como o do bicampeão nacional. É muito gratificante para nós. Como é lógico, esta fase de muitas ausências na A tem efeito em cadeia em nós e isso vai impactar o desempenho da nossa equipa, mas tem sido importante para ver outros jogadores que eventualmente não teriam a oportunidade tão cedo. Já estreámos o Rafael Mota e o Lucas Taibo, por exemplo, frente a uma frente de ataque forte como a do Académico de Viseu. Temos dado oportunidades a outros e temos continuado a ser competitivos, esse é o sinal mais importante que temos de extrair", assumiu o técnico de 39 anos, o qual se mostrou orgulhoso por aceitar a proposta do Sporting B na época transata.
"Diria que foi o clube certo na hora certa. Fui-me preparando e quando surgiu o Sporting nem olhei para trás. Já tinha tido uma ou outra possibilidade e achei que não estavam reunidas todas as condições. Com o Sporting, pelo clube e as funções em questão, achei que era a cereja no topo do bolo. Era uma equipa B e eu vinha do contexto do futebol profissional como adjunto, mas já tinha passado como coordenador técnico e treinador na formação, portanto havia essa mescla de preparação com o contexto do Sporting. Sendo o clube que é, com uma base muito sólida a nível estrutural e diretivo, quer até pelo momento desportivo, era uma conjuntura extremamente favorável. Assim que surgiu a hipótese, para mim, foi o cenário ideal", sublinhou.
De igual forma, atualmente a competir num contexto de 2ª Liga que vê como "um passo importante", Gião abordou a importância de formar atletas preparados para a realidade da equipa principal. "Sempre com a verdade e a realidade. Levo-os sempre a ver as placas [dos jovens que se estrearam] que temos na Academia, onde há uma série de jogadores que se estrearam e não deram continuidade, outros que saíram e já nem profissionais são. A maioria dos casos é de sucesso, no clube ou fora, mas temos de lhes explicar tudo isso, que nem todos os caminhos foram felizes. Chegar lá e estrear-se não é o mesmo que ser jogador da equipa A em definitivo. É um grande 'banho de humildade', e o míster Rui Borges faz o mesmo do seu lado e isso ajuda", apontou o timoneiro dos 'bês', revelando como é a relação com o treinador dos bicampeões nacionais.
"Temos uma relação muito informal e muito facilitada, quer com o míster, quer com os elementos da equipa técnica que também fazem essa ponte. O míster, sempre que está disponível, vem ver os nossos jogos, e mesmo os treinos. Estamos muitas vezes à conversa, falamos todos os dias, porque há um fluxo a gerir e uma troca de informações diária. É uma relação muito simples e fluída", frisou.
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