Mário Leandro, dirigente e treinador do extinto Futebol Clube de Setúbal, está a ser acusado pelo Ministério Público, segundo o Jornal de Notícias, de "auxílio à imigração ilegal e utilização da atividade de cidadão estrangeiro em situação ilegal" depois de ter contratado 20 futebolistas oriundos de África e América do Sul, supostamente com vistos ilegais, de modo a ajudar o clube fundado em 2015 a conquistar a 2ª Divisão da AF Setúbal em 2016/17, algo que acabou por acontecer.
Contactado por Record, Mário Leandro classifica como "mesquinha" a publicação da notícia a um mês do julgamento e garante que cumpriu todos os requisitos para a inscrição dos seus jogadores. "Este caso já tem 7 ou 8 anos. Este artigo foi para me difamar no futebol português, para me fazer mal. Isto vem do Ministério Público", aponta, esclarecendo: "Nunca recorri a imigração ilegal nem tive nenhum jogador ilegal em Portugal. Os jogadores tinham documentos, contrato, residência... ilegais como?"
A finalizar a conversa com o nosso jornal, o próprio deixou a garantia de que, durante os próximos dias, vai elaborar um documento detalhado de modo a explicar todos os procedimentos que realizou nas inscrições dos atletas do Futebol Clube de Setúbal.
[notícia atualizada a 10 de dezembro com o documento]
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