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Parlamento recorda "inestimável contributo para o desporto" de Silvino

Silvino Louro morreu aos 67 anos
• Foto: Lusa/EPA

A Assembleia da República aprovou hoje, por unanimidade, o voto de pesar apresentado pelo PSD pela morte do futebolista Silvino Louro, que morreu a 19 de março aos 67 anos, destacando o seu inestimável contributo para o desporto.

O voto recorda que o antigo internacional português e "figura marcante do futebol nacional" construiu uma carreira de "grande consistência como guarda-redes, conquistou diversos títulos nacionais e acumulou mais de duas dezenas de internacionalizações pela seleção nacional.

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"Reconhecido pela sua competência, dedicação e discrição, Silvino Louro foi uma figura respeitada no universo do futebol, sendo amplamente valorizado pelo seu contributo para o desenvolvimento de gerações de guarda-redes e para a afirmação do futebol português além-fronteiras", sublinhou o texto.

A Assembleia da República considerou que a sua morte representou "uma perda significativa para o desporto nacional" e reconheceu "o seu inestimável contributo para o desporto e para a projeção de Portugal no mundo e expressa", expressando condolências à sua família e amigos.

Nascido em Setúbal, em 1959, Silvino representou Vitória de Setúbal, Vitória de Guimarães, Desportivo das Aves, Benfica, FC Porto e Salgueiros ao longo de duas décadas como jogador e conquistou oito troféus, por entre 23 internacionalizações ao serviço da seleção principal de Portugal.

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O resto da carreira foi dedicado ao treino especializado de guarda-redes, com passagens por FC Porto, os ingleses do Chelsea e do Manchester United, os italianos do Inter Milão e os espanhóis do Real Madrid, sempre integrado na equipa técnica de José Mourinho, atual treinador do Benfica, antes de uma última experiência nos sudaneses do Al Hilal Omdurman.

Por Lusa
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