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Paulo Fonseca realça iniciativa da FPF: «Muito orgulhoso de fazer parte desta família do futebol»

• Foto: FPF/André Sanano

Paulo Fonseca e a mulher, Katerina Fonseca, almoçaram este segunda-feira na Cidade do Futebol com Fernando Gomes, presidente da Federação Portuguesa de Futebol, por ocasião da iniciativa do organismo de ajuda à Ucrânia entitulada "Cada Clube, uma família", da qual os dois são embaixadores.

O projeto criado pela FPF pretende estimular e reunir propostas de acolhimento e emprego para famílias ucranianas com a ajuda dos clubes portugueses de futebol, com o intuito de utilizar esses mesmos clubes como plataforma de apoio e que facilita a integração das famílias na sociedade portuguesa. Para além disso, a FPF vai financiar a prática desportiva dos jovens ucranianos.

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Uma oportunidade que Katerina Fonseca, natural da Ucrânia, enalteceu e agradeceu. "Até agora, 1,7 milhões de ucranianos deixaram o seu país e eu estou muito agradecia pelo facto da FPF estar a ajudar a dar um futuro melhor as mulheres e crianças ucranianas que chegam a Portugal. Acredito que esta guerra cruel vai acabar o mais rápido possível mas até lá e até que todos possam voltar, acredito que todos os clubes portugueses vão ajudar estas pessoas e famílias a ter uma vida o mais normal possível. Vão ajudá-las a adaptar-se", realçou, indo ao encontro das palavras do treinador português.

"Gostaria de dizer que continuo muito orgulhoso de fazer parte desta família do futebol. Agora ainda mais pela ajuda fabulosa que está a dar à Ucrânia. Estou, em particular, muito agradecido à FPF pela ajuda que está a tentar proporcionar às famílias ucranianas. Estou certo que esta iniciativa vai ser muito importante no acolhimento dos refugiados que virão para Portugal. Os nossos clubes vão ajudar a integrar melhor as famílias e também ajudá-las a esquecer o sofrimento porque ainda estão a passar", frisou Paulo Fonseca.

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Já Fernando Gomes agradeceu o contributo das entidades envolvidas na iniciativa e recordou o papel solidário da FPF.

"Num periodo extremamente difícil, com uma guerra horrível a decorrer, queremos, acima de tudo, lançar um movimento global do futebol para ajudar a integrar os ucranianos que venham para Portugal. Queremos que cada clube acolha uma família e também queremos garantir que os miúdos e miúdas que já praticavam futebol na Ucrânia continuem a jogar aqui. Sempre afirmámos que somos mais do que uma federação e sempre faremos tudo para ajudar as pessoas que mais necessitam de nós. Fizemos o mesmo depois dos incêndios e, mais recentemente, em relação ao covid e outros projetos de responsabilidade social. Queremos amenizar o impacto da guerra na vida destas pessoas", apontou.

Por Record
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