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Pedro Proença vai assumir esta segunda-feira a presidência da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) rumo ao quadriénio 2024-2028, em sucessão de Fernando Gomes, 10 dias depois de derrotar Nuno Lobo nas eleições do organismo.
A partir das 11H30, na FPF Arena Portugal, na Cidade do Futebol, em Oeiras, os novos órgãos serão empossados, numa cerimónia que estava originalmente marcada para 18 de fevereiro, mas foi adiada, devido às cerimónias fúnebres do ex-presidente do FC Porto Pinto da Costa.
Quatro dias antes, o gestor e antigo árbitro internacional Pedro Proença, que comandava a Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) desde 2015, tinha somado 62 votos (75%) entre os 84 delegados participantes nas eleições da FPF, contra 21 (25%) do advogado Nuno Lobo, líder da Associação de Futebol de Lisboa (AFL) nos últimos 13 anos, havendo ainda um voto em branco.
Proença, de 54 anos, estava a cumprir o terceiro e derradeiro mandato na LPFP, até 2027, mas despediu-se formalmente dos clubes na sexta-feira, em Assembleia Geral no Porto.
Por proposta da direção, a diretora-executiva coordenadora Helena Pires foi designada como presidente interina até ao sufrágio do organismo regulador do futebol profissional, em 11 de abril, findo o qual passará a exercer funções como secretária-geral federativa.
O 32.º dirigente máximo da FPF será acompanhado no elenco diretivo por José Fontelas Gomes, chefe do Conselho de Arbitragem (CA) nos últimos dois mandatos de Fernando Gomes, e os antigos futebolistas Toni, Domingos Paciência e Daniel Carriço, bem como Sofia Teles e Pedro Xavier, das associações de Porto e Beja, Júlio Vieira, ex-líder da de Leiria e integrante da equipa de Gomes, e Sandra Costa Parente, à frente da empresa Liga Centralização.
Primeiro suplente na lista apresentada por Pedro Proença para a direção, o presidente da associação de Coimbra, Horácio Antunes, vai ocupar a vaga do homólogo do Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol (SJPF), Joaquim Evangelista, que abdicou de tomar posse, sob pena de ser obrigado a renunciar ao cargo assumido em novembro de 2024 na direção mundial da Federação Internacional de Associações de Futebolistas Profissionais (FIFPro).
Já o antigo secretário de Estado social-democrata Luís Campos Ferreira vai liderar a Mesa da Assembleia Geral (MAG), que conta ainda com o socialista João Paulo Rebelo, ex-governante responsável pela pasta do Desporto, nas funções de secretário.
Luciano Gonçalves, que encabeçava a Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF), assumirá o CA, enquanto Ana Raquel Sismeiro vai presidir ao Conselho Fiscal (CF), cabendo a Sandra Oliveira e Silva, líder da Comissão de Instrutores da LPFP, o Conselho de Disciplina (CD), e a Luís Verde de Sousa a chefia do Conselho de Justiça.
De saída da FPF está o economista Fernando Gomes, que foi empossado pela primeira vez em 17 de dezembro de 2011 e finalizará o terceiro e último mandato permitido por lei, numa altura em que é candidato à presidência do Comité Olímpico de Portugal (COP), tendo pela frente os ex-secretários de Estado do Desporto Laurentino Dias e Alexandre Mestre.
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