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Mano Nunes, antigo presidente do Beira-Mar, viu agora o Tribunal da Relação confirmar a decisão da primeira instância, em maio do ano passado, de o ilibar do crime de peculato e burla qualificada no caso da venda das piscinas do clube em 2009. Mano Nunes estava indiciado de ter-se apropriado de um milhão de euros.
"Finalmente terminou o calvário. Desde 2009 tive que ler e ouvir coisas horríveis sobre mim. Nesses momentos tive que conter a revolta e pensar na minha família, sobretudo, na minha esposa e nos meus filhos que, mais do que ninguém, sofreram com todo este processo", reagiu já o antigo presidente.
"Ao longo do meu percurso, sempre pautei a minha vida pelos valores que me foram incutidos. A minha passagem pelo futebol, como dirigente, foi motivada pela paixão que duma forma natural se desenvolveu pelo Beira-Mar a partir do momento que Aveiro me acolheu. Sempre quis para o Beira-Mar o mesmo que quero e desejo para os meus filhos: o melhor, sempre!", referiu ainda.
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