Carlos chega às instalações da SAD do Vilafranquense e arruma o carro no pequeno parque, no qual não cabem mais de 10 carros. Está pronto para mais um treino com a equipa do Pró-Nacional da AF Lisboa, onde começou a carreira e que lhe abriu as portas no pior ano desportivo da sua vida. Está com 35 anos e não jogou oficialmente esta temporada, mas a sua carreira não acabou. Vai voltar e pretende jogar até aos 42 anos, como fez o holandês Van der Sar.
“O futebol é a minha paixão e não consigo estar longe dele. Não parei, só não estou vinculado a nenhum clube, mas a minha carreira vai continuar. Estou longe de estar acabado, podia jogar já amanhã que«Estou em condições para jogar já amanh㻫Estou em condições para jogar já amanhã» estou em condições. Aliás, agora tenho mais massa muscular e menos peso do que quando estava no Boavista”, garante o internacional B por Portugal e A por Angola.
Revelou-se no Bessa, brilhou no estrangeiro, conseguindo o título de campeão na Roménia, e disputou a Champions com o Steaua. Esteve em duas Taças das Nações Africanas, por Angola. Como chegou, então, à situação atual? “Quando voltei da Turquia, em 2011, não estava preparado para a atual realidade financeira do futebol português. Estive no Feirense, depois no Moreirense, com o qual cumpri o sonho de subir de divisão. Saí no mercado de inverno, pensando numa boa proposta para o estrangeiro. Não se concretizou e parei. No início desta época surgiram algumas coisas, mas nada do que pretendia na altura e fiquei sem clube. Vim treinar-me para o Vilafranquense, onde comecei”, resume.
Exemplos
“Cheguei de cabeça baixa e desanimado. Depois vi o exemplo de Júlio César. Ele também esteve sem clube, treinou-se num parque com o filho, e deu a volta. Foi ao Mundial e está a fazer uma grande época no Benfica. Tem a minha idade e ninguém acha que está velho. O meu exemplo é o holandês Van der Sar, que jogou até aos 42 anos. É essa a minha meta”, frisa, confiante.
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