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A carreira de Carlos tem episódios que, recordados agora, parecem difíceis de imaginar. Por exemplo, quando, sem querer, foi ele o responsável pela vinda de Helton (FC Porto) para o futebol português.
"Quando o Campomaiorense acabou com o futebol profissional, como eu tinha contrato, colocaram-me no Amora, na 2.ª Divisão B. Estava a fazer uma boa época e, em janeiro, a dois dias de fechar o mercado, fui a Leiria para assinar pela União. Quando lá estava, perceberam que eu estava inscrito no Amora como amador e por isso não podia assinar contrato profissional nessa época. Por isso, o Jorge Baidek ligou para o Brasil no momento e convidou o Helton", conta Carlos.
Outro caso curioso aconteceu na Seleção B portuguesa. "Eu joguei e os outros dois guarda-redes eram o Bruno Vale e o Beto. Vejam onde ele está hoje: no Sevilha e na Seleção Nacional. Há coisas incríveis", afirma.
Depois disso, Carlos jogou em quatro países – Roménia, Inglaterra, Irão e Turquia –, mas não chegou a internacional A por Portugal.
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