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A Comissão de Credores do Boavista avançou recentemente com um requerimento ao Tribunal de Comércio de Gaia, no qual solicita que atual direção do clube, liderada por Rui Garrido Pereira, "fique impedida da prática de quaisquer atos de gestão/administração e, nomeadamente, de proceder a recebimentos e pagamentos", ficando a gerência dos axadrezados à responsabilidade da Administradora de Insolvência até que se proceda ao encerramento de atividade.
Esta iniciativa surge depois do Boavista ter falhado o pagamento da quantia acordada na Assembleia de Credores, de 16 de dezembro, para o mês de janeiro, cifrada nos 149.560, valor que deveria ter sido depositado na conta da massa insolvente até ao dia 10 deste mês. Essa situação motivou posteriormente a Administradora de Insolvência a informar o Tribunal de Comércio de Gaia daria início "de imediato às diligências com vista a encerrar o estabelecimento/atividade".
Após essa comunicação da Administradora de Insolvência, no dia 13 de janeiro, a direção do Boavista reagiu, em comunicado, afirmando que "a situação atual, embora grave, é reversível podendo evitar o encerramento definitivo" e reforçando que se encontrava "a trabalhar ativamente para concluir as negociações com investidores interessados no projeto do Boavista, bem como em contacto permanente com entidades públicas e desportivas, com o objetivo de assegurar a sustentabilidade económica e desportiva do clube a médio e longo prazo".
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