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Candidato à FPF pretende que sejam dadas explicações públicas no Canal 11 das decisões tomadas a cada jornada
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A candidatura de Pedro Proença à presidência da Federação Portuguesa do Futebol deu a conhecer, entre cinco objetivos programáticos, um "Plano Nacional de Arbitragem", que se propõe a "triplicar o número de árbitros nos próximos três ciclos" e alcançar uma "profissionalização efetiva", decorrente da criação de uma "nova Entidade Externa da Arbitragem Profissional", capaz de assegurar a "Gestão da Arbitragem do Futebol Profissional."
Pedro Proença prevê implementar o Plano Nacional de Arbitragem com o contributo e articulação de diversos parceiros, em particular, as Associações Distritais e a APAF. Luciano Gonçalves, atual presidente da APAF, integra as listas da candidatura 'Unir o Futebol' enquanto candidato a presidente do Conselho de Arbitragem (CA), órgão ao qual são propostos, também, Nuno Almeida, Rui Licínio, Eduardo Coelho e Luís Estrela. Integram ainda a equipa dedicada à arbitragem outros nomes como os ex-árbitros como Artur Soares Dias, Duarte Gomes e Lucílio Batista.
A candidatura 'Unir o Futebol' fez saber que apresentará um programa completo, em data a anunciar, que inclui mais de 70 propostas para a arbitragem e deu a conhecer as principais medidas para o setor:
- Criar o Plano Nacional de Arbitragem.
- Triplicar o número de árbitros nos próximos três ciclos.
- Criar uma Entidade Externa de Arbitragem Profissional.
- Redefinir as competências da estrutura técnica de Arbitragem, separando a gestão da arbitragem da gestão técnica, que engloba recrutamento, formação, capacitação, retenção e desenvolvimento.
- Criar a figura do "Diretor Técnico da Arbitragem", responsável para Direção Técnica do Conselho de Arbitragem.
- Articular com as Associações Distritais a criação da figura do "Diretor Técnico da Arbitragem Distrital", que replicará a organização a nível nacional, seguindo as orientações do Diretor Técnico de Arbitragem.
- Disseminar os eventos de recrutamento de árbitros desde idades precoces, realizando uma campanha maciça de captação de novos árbitros.
- Explorar o Desporto Escolar como base de recrutamento de árbitros.
- Criar uma estratégia de atração de atletas de formação para a carreira de arbitragem.
- Criação de órgãos consultivos de apoio ao Conselho de Arbitragem em decisões estratégicas: Conselho Consultivo; Gabinete de Transparência e Equidade; Gabinete de Monitorização e da Avaliação, e Conselho de Especialistas.
- Avaliar e implementar procedimentos de reforço da segurança dos árbitros no Futebol Não Profissional.
- Promover a humanização do árbitro através do investimento na comunicação, nomeadamente, através da explicação semanal das decisões tomadas em campo nas competições profissionais, no Canal 11.
- Criar o Plano "Arbitragem de Elite" para desenvolvimento, desde as bases, da próxima geração de árbitros internacionais.
- Criar programas de mentoria que promovam a ligação de árbitros de escalões superiores e ex-árbitros de renome aos da formação.
- Criar uma carreira VAR mais atrativa e profissional.
O Programa de Candidatura de Pedro Proença, que engloba mais de 400 propostas, visa a execução de cinco grandes objetivos:
- Implementar uma nova era de Governação: uma Federação de todos e para todos;
- Criar um Plano Nacional de Arbitragem, elevando a competência rumo ao profissionalismo efetivo;
- Reformar a Disciplina e a Justiça, tornando-as mais céleres, competentes e credíveis;
- Potenciar as receitas financeiras, com melhor e maior distribuição a todo o Futebol;
- Seleções: potenciar o Talento português, assumindo a responsabilidade de competir sempre para ganhar.
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