À suspensão do guardião do Mafra, Mory Diaw, pelo período de um mês, devido a empurrão a um apanha-bolas, no jogo fora com o Sp. Covilhã, a que se juntou uma multa de 900 euros, o presidente do clube, José Cristo, responde com acusações de racismo.
O francês de 22 anos foi expulso pelo árbitro Manuel Mota (AF Braga) "pela cor", sustenta o líder do emblema saloio, explicando o que se passou no encontro da 30ª ronda. "Aquele apanha-bolas colocou-se ali apenas com um propósito, que passava por provocar o nosso guarda-redes com atos de racismo. Passou o tempo a chamar-lhe nomes e, além disso, como o Sp. Covilhã estava a vencer, procurou sempre atrasar, na altura de voltar a dar a bola ao Mory. Não digo que ele não tenha empurrado, mas não se justifica este castigo", explicou a Record.
Cristo sublinha que irá recorrer da decisão do Conselho de Disciplina da FPF: "Vamos tomar medidas, pois o nosso jogador é insultado e, ainda por cima, tem este castigo injusto. Deve ser inédito."
Por Valter Marques