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Câmara Municipal vai rever apoio dado ao clube serrano

A Câmara Municipal da Covilhã, principal patrocinador do Sp. Covilhã, só vai rever os valores do apoio dado ao clube após a Assembleia Geral de 9 de julho, que tem na ordem de trabalhos a possível destituição dos órgãos sociais.

"Quando houver interlocutores, legitimados pela Assembleia Geral, nessa altura falamos, sejam eles quem forem. A câmara trabalhará com quem os sócios escolherem", disse hoje o presidente da autarquia, Carlos Pinto.

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O presidente da Assembleia Geral dos serranos, António Lopes, não concorda com a orientação que a direção tem seguido à frente do clube e incluiu na agenda a discussão da actual "crise diretiva", que José Mendes, presidente do Sp. Covilhã, garante não existir.

Só após a reunião magna, em que António Lopes pondera pôr à votação a destituição dos órgãos sócias, a autarquia vai rever os valores dos apoios ao Sp. Covilhã na próxima temporada.

O atual protocolo terminou no final de junho e, segundo o presidente da edilidade, só será revisto "quando o Sp. Covilhã resolver os seus problemas internos".

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Na última temporada o apoio autárquico rondou os 230 mil euros, cerca  de 20 mil euros mensais. Algumas fontes indicam a possibilidade da redução poder chegar aos 50 por cento.

Questionado sobre essa possibilidade, Carlos Pinto informa que "não há decisões" sobre essa matéria e acrescenta: "O valor do subsídio só será conhecido quando tudo estiver resolvido no Sp. Covilhã", acrescentou.

José Mendes, presidente dos "leões da serra", afirma não estar preocupado com as palavras de Carlos Pinto. "Se eu estiver lá é uma coisa, senão é outra", frisou.

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"Já falei com o presidente da câmara e sei com o que posso contar ou não. Não estou preocupado", rematou José Mendes.

 

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