A presença do Boavista na Póvoa foi nos moldes da Liga principal, com cerca de um milhar de adeptos a marcar presença e a apoiar a equipa sem desfalecimento. A diferença pior foi sobre o relvado, pois a equipa do Bessa encontrou pela frente um Varzim bem organizado em todos os sectores, sempre com os olhos postos na vitória, nunca se dando por satisfeito com o avanço no marcador.
Como pelo lado axadrezado também houve muita vontade em cumprir o difícil papel de uma equipa “remendada”, o público presente em número considerável, cerca de 3 mil pessoas, teve ocasião de assistir a uma boa partida de futebol, com empenho e arte por parte dos jogadores.
O Varzim foi superior, mas o Boavista criou lances de perigo. A maior carga atacante varzinista justificou o avanço no marcador. Nuno Gomes desviou à boca da baliza um pontapé de canto e Yazalde aproveitou uma defesa incompleta de Sérgio Leite a remate de Miran. Talvez fosse castigo demasiado para o Boavista um resultado mais dilatado, como esteve para acontecer.