Logo aos onze minutos de jogo, um dos assistentes de Jorge Sousa chamou a atenção do juiz principal para problemas no sistema de comunicação. Sérgio Jesus, auxiliar número 2, foi tentar resolver o problema, mas a impaciência dos adeptos levou ao primeiro coro de assobios.
Mas os protestos do público foram aumentando, nomeadamente depois do primeiro golo do FC Porto, já que Marchesín começou a demorar mais tempo a bater os pontapés de baliza. Até surgir o amarelo para o guardião, os assobios foram sempre intensos nas reposições de bola.
Também quando Samaris ficou no chão a queixar-se, o público da Luz se fez ouvir, pois pretendiam que o árbitro tivesse interrompido o encontro de imediato. Mais tarde,após uma demora a chamar a assistência médica, Jorge Sousa voltou a ouvir uns quantos insultos vindos, em uníssono, das bancadas.
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