O vermelho e o branco foram consensuais como cores eleitas no ato de fundação do Sport Lisboa, hoje Benfica. A responsabilidade da escolha foi dada a Cruz Viegas, considerado um homem “ponderado nos gostos”, e as cores escolhidas agradaram a todos.
Já o desenho das camisolas não foi tão consensual. Uns queriam quadrados, outros acharam essa hipótese demasiado pitoresca e vetaram. Consta que chegaram a receber catálogos de fábricas inglesas para estudarem o tal padrão mas a ideia não vingou e, em 1905, o clube encomendou 12 camisas de flanela vermelhas na Alfaiataria Nunes, em Belém.
O Benfica nunca mais deixou o vermelho, tal como não usou durante décadas, nem em camisolas alternativas, as cores dos principais rivais, o verde e o azul. A exceção deu-se na época 1999/2000, com a camisola azul-petróleo, segundo Vale e Azevedo, então presidente, “um azul à Benfica”.
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