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Dois feridos graves e sete ligeiros. O balanço não é oficial, porque cabe ao Sporting fazê-lo em conjunto com as autoridades. Foi, ainda assim, o que Record conseguiu apurar, até ao fecho desta edição.
O motivo foi o mesmo: o golo. A festa do golo fez Alvalade rebentar de alegria, mas teve consequências, a maioria expressa através do perigo que o fosso que divide o relvado das bancadas continua a representar. Desta vez, houve vítimas entre as duas partes. Primeiro, no golo do Sporting. A celebração voltou a provocar a queda de um adepto no fosso, por trás da baliza de Artur Moraes. Aliás, foi nessa altura que se registou o ferido mais grave. Segundo Record apurou, um homem sofreu fratura exposta num dos braços. Foi assistido pelos bombeiros da Cruz Vermelha no imediato, e a extensão das lesões está por verificar. O adepto em questão seguiu para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa, já protegido com um colar cervical e com recurso a respiração assistida. O adepto terá precisado – também – da assistência de um desfibrilhador, embora tal informação não tenha sido confirmada em tempo útil. O outro ferido grave em questão, também ele adepto do Sporting, deu entrada na enfermaria do estádio com o auxílio de uma cadeira de rodas, 45 minutos depois do final do jogo. Foi assistido durante cerca de 30 minutos e saiu deitado numa maca, auxiliado por uma equipa dos bombeiros.
Os sete feridos ligeiros, seis homens e uma mulher, dividiam-se entre adeptos e stewards, apresentando, todos eles, escoriações na cabeça, resultantes dos festejos dos golos da sua equipa. O golo do Benfica também trouxe consequências neste capítulo. Então, vários adeptos benfiquistas extravasaram a euforia tentando invadir o relvado, através de uma rede que liga a bancada ao relvado, ali colocada para... evitar a queda de adeptos no fosso. Sucede que os benfiquistas em questão ficaram a meio caminho, entre polícias e stewards que “aconselhavam” o seu regresso à bancada. As forças de segurança, aliás, entenderam como necessária uma “carga policial” sobre os adeptos do Benfica. Daí terão resultado os feridos. No topo norte, na zona destinada aos três mil adeptos encarnados, não se registaram quedas no fosso.
Pré-dérbi
Antes do jogo, registaram-se pequenas escaramuças entre adeptos do Sporting e as forças de segurança. Na praça das roulottes, junto à estação de metro do Campo Grande, alguns sportinguistas não gostaram de ver adeptos rivais atravessarem a zona de camisola do Benfica vestida e cachecol ao pescoço. Com auxílio de outros sportinguistas que alertavam o “inimigo” para o perigo, evitaram-se situações mais graves.
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