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O Conselho de Disciplina da FPF, sabe Record, instaurou um processo disciplinar ao FC Porto, entre outros factos ditos paralelos, devido ao comportamento dos apanha-bolas no jogo com o Sporting, da passada segunda-feira.
Nos minutos finais do clássico, quando os azuis e brancos ainda venciam por 1-0, com golo de Fofana, os apanha-bolas do FC Porto esconderam várias bolas e os cones onde as mesmas deveriam estar colocadas, como documentaram, para lá de qualquer dúvida, as imagens da transmissão televisiva da Sport TV.
O objetivo era, naturalmente, atrasar a reposição da bola, queimar tempo e condicionar o ritmo do encontro, numa altura em que o Sporting carregava em busca do empate, que veio a ser consumado por Luis Suárez, na recarga a um penálti.
De acordo com a informação recolhida pelo nosso jornal, a ação antidesportiva foi percecionada em campo e depois reportada pelo árbitro Luís Godinho e pelos delegados da Liga, João Ledo e Carlos Carmo, nos relatórios oficiais do jogo, o que permitiu ao Conselho de Disciplina avançar com um processo ao FC Porto, para apurar responsabilidades.
Segundo Record apurou, o processo instaurado aos portistas visa outros factos que mereceram descrição nos relatórios dos delegados da Liga, nesta circunstância a pedido do Sporting, e que o clube de Alvalade reuniu posteriormente na participação que fez seguir para o CD.
Em causa, como noticiámos no dia seguinte ao clássico, está nomeadamente o 'desaparecimento' de toalhas que pertenciam a Rui Silva e que o próprio mantinha perto da baliza do Sporting. O facto tem sido associado aos apanha-bolas do FC Porto, apresentando semelhanças com um episódio ocorrido na final da CAN, entre Marrocos e o Senegal. Então como agora, pretendia-se impedir o guarda-redes de enxugar as luvas, molhadas pela chuva.
Este é um dos factos que foi refletido no relatório dos delegados e considerado para averiguação, a par de mais duas queixas do Sporting, uma sobre as condições do seu balneário e outra sobre o ruído emitido através de colunas de som situadas na zona dos adeptos visitante.
Os leões, recorde-se, denunciaram em comunicado a temperatura ambiente na sua cabine, que revelaram ser demasiado elevada e impossível de regular, concluindo ironicamente que, "quanto à propalada lufada de ar fresco" no FC Porto, "nem no ar condicionado". No que se refere ao barulho no setor dos adeptos do Sporting, o mesmo foi identificado pelos sportinguistas que acompanharam o jogo no Dragão. Segundo os relatos, sempre que os leões tentavam apoiar a equipa de forma mais audível o volume do ruído que saía das colunas de som aumentava de forma a abafar os cânticos.
[Notícia corrigida às 22h30 - o processo disciplinar aberto ao FC Porto não inclui a decoração do balneário visitante, como era referido na versão original da notícia]
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