Vasco Seabra: «Aqui há cláusulas de rescisão baixas»

Vasco Seabra, treinador do Arouca
• Foto: LUSA_EPA

O técnico Vasco Seabra assumiu, em jeito de balanço de época, a satisfação pelo desempenho desafogado que o Arouca patenteou na Liga Betclic, principalmente pelo crescimento evidenciado durante a 2ª volta, mas também garantiu uma postura de “dignidade e ambição” para a crucial receção ao Tondela.

“O Gonçalo Feio mudou um pouco o paradigma em Tondela e os resultados positivos que conquistaram nos últimos jogos dão força a esse modelo arrojado e corajoso. O Tondela vem lutar pela vida, mas nós temos de defender a nossa identidade e vamos jogar com o objetivo de somar mais três pontos para acabar o mais acima possível”, sustentou o técnico, asseverando não só que irá “apresentar a melhor versão inicial do Arouca", como "todas as substituições serão feitas sempre no sentido de procurar vencer o jogo”.

PUB

Plano de competitividade sem descurar a zona de conforto que o seu balneário já alcançou, mas também com o horizonte de continuar a valorizar um grupo recheado de soluções que Vasco Seabra classifica terem “cláusulas de rescisão baixas para o valor que têm”.

“O Arouca fez 25 pontos na 2ª volta. Estes números comprovam o crescimento brutal da equipa e, consequentemente, a consistência de um estilo de jogo e estabilidade emocional. O nosso desafio era superar o registo da época passada. Objetivo que foi alcançado, pelo que considero que foi uma boa época, mas ainda podemos lutar pelo 7º lugar e aquilo que agora nos falta perceber, e que só vamos saber a 31 de agosto, é se vamos conseguir retirar dividendos financeiros do talento e capacidade deste jogadores”, comentou Vasco Seabra, reconhecendo que os encaixes financeiros  “são sinónimo de valorização geral”:  “Preferia, claramente, manter todos e o que peço ao nosso diretor geral é que não venda ninguém, mas também acredito que há cláusulas de rescisão de determinados elementos, pelo crescimento e potencial que demonstraram, baixas para o valor que têm. Feita uma reflexão geral é sempre um privilégio ficar associado a equilíbrio desportivo, evolução das carreiras e sustentabilidade do clube, como aconteceu na época passada com a venda de Chico Lamba por 8 milhões de euros após uma época em que poucos acreditaram nele. Até porque a evolução da carreira dos jogadores e a tal sustentabilidade do clube também é um forte indicador de valorização da equipa técnica”.

PUB

Por Pedro Malacó
Deixe o seu comentário
PUB
PUB
PUB
PUB
Ultimas de Arouca Notícias
Notícias Mais Vistas
PUB