100 anos: Glenn Stromberg

100 anos: Glenn Stromberg
• Foto: D.R./Record

Personificou mais um passo na mudança que Eriksson pretendia para o futebol encarnado. Se é verdade que o sueco pretendeu aplicar logo um estilo mais directo, o certo é que atendeu às características dos jogadores que não o aconselhavam; enquanto estabelecia prioridades no trabalho psicológico, de forma a libertar alguns fantasmas que afectavam todo o futebol português, não perdeu tempo: precisava de mais dinâmica e pulmão; alguém que ocupasse mais espaço e fosse mais abrangente. Foi nesse enquadramento, ao qual se juntava a necessidade de rejuvenescimento da equipa, que, em Janeiro de 1983, Glenn Stromberg desembarcou em Lisboa, oriundo do Gotemburgo. Jogador de forte compleição física, inteligente nos caminhos percorridos a partir da zona central, suportado numa base técnica suficientemente boa para aperfeiçoar, o sueco conquistou logo os adeptos encarnados, assumindo um peso determinante no crescimento de uma equipa que em muito contribuiu para a criação de uma nova era no futebol português.

Uma saída inevitável

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Quando, no fim de 83/84, o Benfica alterou prioridades para o futuro imediato - o célebre fecho do terceiro anel -, foi a equipa de futebol a sofrer. Eriksson alimentou a novela mas tinha tudo tratado com a Roma; Chalana foi vendido para o Bordéus e Stromberg, assediado por vários clubes europeus, aceitou a proposta da Atalanta (Itália). Era inevitável.

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