Não era um jogador elegante mas tinha um talento muito especial para o golo, não sendo um ponta-de-lança de raiz. Joaquim Teixeira nasceu nos Açores (cidade da Horta) e chegou às Amoreiras com 22 anos. Entre 1939 e 1946, em sete temporadas, participou em 86 jogos a contar para o campeonato da I Divisão e marcou 61 golos, números que lhe conferem excelente média - no total, vestiu a camisola encarnada em 208 ocasiões, tendo apontado um total de 142 golos.
Dotado de bom sentido de humor e óptimo espírito de camaradagem, Joaquim Teixeira foi sempre um dos jogadores mais queridos das equipas em que actuou. Talvez por isso tenha sido alvo de várias alcunhas colocadas por companheiros e amigos, às quais reagiu sempre com um sorriso - "marreco" e "gasogénio" tornaram-se eternas. Porque jogava futebol com alegria, nunca se cansava; porque a defesa da equipa lhe dizia respeito, dava sempre tudo o que tinha; porque tinha uma relação muito própria com os guarda-redes, tornou-se íntimo do golo.
Uma internacionalização
O seu tempo áureo coincidiu com a II Guerra Mundial, pelo que não se impôs na selecção - e a concorrência de Pinga fez o resto. Ainda assim, contabilizou uma internacionalização, frente à Suíça, a 21 de Maio de 1945 (0-1). Na viagem por entre os escombros de uma Europa destruída, desempenhou importante papel como equilíbrio emocional de um grupo assustado.
Escritor português perdeu a vida esta quinta-feira, aos 83 anos
Otamendi e Thiago Silva serão as referências de Benfica e FC Porto no clássico da Luz
Rotação no eixo central
Extremo norueguês tem contrato até junho de 2028
Num duro testemunho, Daryl Janmaat recorda que o vício começou após sofrer uma grave lesão no joelho
Fabiano Flora teve de arranjar uma alternativa depois do cancelamento do seu voo na manhã desta segunda-feira
Eduardo Coudet é o novo treinador dos milionários
Avançado português de 27 anos deixou o E. Amadora em janeiro e rumou ao Eupen, da segunda divisão daquele país
Treinador do Al Rayyan diz ser "um desafio manter a calma": "Estamos expostos a tudo e não controlamos nada"
Federico Pastorello desmente que o ex-FC Porto vá alistar-se no exército iraniano após os ataques dos EUA e Israel